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Categorias: Futebol

Presidente da Federação Pernambucana de Futebol diz que estadual não vai parar

Evandro Barros de Carvalho, Presidente da Federação de Futebol pernambucana — © Divulgação

Indo na contramão do que aconteceu com o Campeonato Cearense, que à princípio foi paralisado por conta do avanço significativo da Covid-19 no estado e no Brasil, o Campeonato Pernambucano não corre o risco de também ser suspenso. Quem afirmou foi o presidente da Federação Pernambucana de Futebol Evandro Carvalho, em entrevista ao site NE45. O mandatário declarou que o “futebol é a atividade mais segura do País” no que diz respeito a proliferação do novo coronavírus.

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 1.786 mortes por conta da doença, com o total de óbitos desde o começo da pandemia alcançando os 261.188.

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Em Pernambuco, foram condirmadas mais 22 mortes nas últimas 24 horas, com a taxa de UTIs para a Covid-19 na rede pública alcançando quase 95% de ocupação e na rede particular na casa dos 90%.

“Não tem motivo (para suspensão). Nenhuma atividade é tão segura como o futebol, nem tem o nível de qualificação dos protocolos como o futebol. Nenhum jogador foi a óbito, nem foi para o hospital”, argumentou.

No último levantamento de dados em relação a atletas da Série A do Campeonato Brasileiro, mostrou que 365 jogadores testaram positivo para a Covid-19. Além disso, a doença também levou a óbito dezenas de profissionais do futebol, como os técnicos Marcelo Veiga, aos 56 anos, em dezembro, e Ruy Scarpino, 59, na última semana.

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“Não estavam nem treinando. Eram ex-treinadores, velhos, doentes, com comorbidades. Não tem nada a ver. O pessoal que está em atividade está absolutamente seguro”, afirmou o dirigente.

Evandro Carvalho também minimizou o pedido feito pelo Ministério Público à CBF para a suspensão do futebol em todo o País nesse momento. “Bobagem pura. Isso é só para inglês ver. Isso e nada é a mesma coisa”, atacou.

“Ninguém no Brasil trabalha com a paralisação no futebol. Quando acontece isso é porque por um acaso o governador não viu. Quando se mostra a realidade aos governadores, volta na hora. Como o Ceará já voltou. Não tem nada que se compare ao futebol com relação à segurança. Nem o ambiente dentro do palácio é tão seguro como dentro do campo”, finalizou.

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